Austria - Salzburg

Austria - Salzburg

Roteiro: um dia em Salzburg

 

Imaginem uma cidade cenográfica, com (quase) tudo perfeitinho, um rio com águas claras e não fétidas, repleto de patinhos, um imenso castelo no topo de uma montanha, casinhas coloridas e enfeitadas com flores, cercado por montanhas nevadas. Até o cemitério - que não deixamos de visitar - era lindo. Assim é Salzburg!  

 

 

A despeito de ser considerada a quarta maior cidade da Áustria, Salzburg é minuscula, se comparada às imensas cidades latino-americanas. É uma cidade pacata, cortada pelo encatador rio Salzach. Suas principais atrações encontram-se situadas em um raio que permite caminhadas bastante tranquilas. E pode ter certeza, você sentirá prazer em caminhar por lá! Antes de comentar nossas sugestões abaixo, deixem-nos comentar sobre nossa inusitada chegada. Ela, em boa medida, diz muito sobre o que é Salzburg.

 

Enquanto o trem não partida da Estação em Budapeste, nos divertíamos na fanpage!

 

Saimos de Budapeste - aqui entre nós, uma das cidades mais incríveis que visitamos (veja nosso roteiro!). O negócio foi que só conseguimos sair da capital da Hungia às 21:30h de trem. Nossa chegada estava prevista em Salzburg para às 3:30h da manhã. Como dividimos a cabine do trem com uma rapaziada que inspirou confiança, ficamos ali acordados até o horário de desembarque. Registre-se que era uma noite de inverno, e na Áustria! Não havia neve, mas certamente muito, muito frio. Por intermédio do Google Maps, fizemos um mapinha para chegar no hotel, que ficava às margens do Rio Salzach. Uma caminhada de alguma coisa como 15 ou 20 minutos. 

 

O Hotel One segue o padrão Ibis, sem conforto, mas sem surpresas desagradáveis

 

Ao chegar na estação logo vimos que, realmente, não havia àquela hora qualquer tipo de transporte público ou táxi. Pegamos mesmo o caminho da rua, e em passos apressados, afinal o frio era grande. Logo vimos alguns jovens vindo em nossa direção. Bateu aquela tensão de brasileiro acostumado com violência urbana. Os sujeitos não deram qualquer bola para gente. Mais adiante, em um posto de gasolina, outro grupo, esses aparentemente embriagados. Também não deram qualquer bola para a gente. Que diabos, que coisa entediante! rs

 

Uma imagem, contudo, logo nos chamou a atenção: havia um carro parado no sinal vermelho. Vocês imaginem uma cidade com as ruas quase que vazias, carros em circulação só vimos dois. Ainda assim, em respeito às regras, o sujeito parou o carro num sinal vermelho e ali ficou até que a luz verde desse sinal de vida. Parece idiota o comentário, bem, é idiota mesmo, mas para os padrões de um carioca, foi uma cena fantástica. Mais adiante a cena se repetiu com outro veículo, um sinal - talvez - de que isso não era um evento raro. Mas o padrão, não há sinal?

 

Bem, chegamos no hotel, como se pode imaginar, na hora de acordar. Dormimos naquela noite alguma coisa como 3 horas. Não tinhamos muito tempo a desperdiçar, às 8 horas da manhã já estávamos perambulando nas ruas da cidade. E o que fazer?

 

Manhã:

 

Comece o dia visitando o incrível Palácio de Mirabell. Ele está situado na margem oposta à fotaleza, não muito distante do rio salzach. Como tudo é muito próximo na cidade, uma caminhada tranquila de 20 minutos permite que se vá do Palácio à Fortaleza. O Palácio data dos primeiros anos do século 17. O desenho atual de seus belos jardins, com suas esculturas mitológicas, data do século 18. 

Várias cenas do filme A Noviça Rebelde (1965) foram feitas nos jardins do Palácio de Mirabell que, por essa razão e sua incontestável beleza, costuma atrair multidões de turistas de todo o mundo.

 

Recomendamos que chego cedo e, antes que acabe a manhã, parta em direção à outra margem do rio, rumo ao Centro histórico da cidade.O centro histórico também se notabiliza pelas lojas e comércio intenso. Bons cafés, restaurantes e supermercados estão ali instalados. Há igrejas e catedrais importantes no local, como a Abadia de São Pedro e a Catedral de Salzburg. Para quem aprecia, vale a pena também visitar o lindo cemitério da cidade 

 Ainda no final da manhã, recomendamos que aproveite as atrações do centro histórico, inclusive os restaurantes, pois convém subir a Fortaleza de Hohensalzburg com o almoço em dia.

 

 

O Jardim do Palácio de Mirabell

 

 

 

A Casa de Mozart (Museu)

 

Tarde:

 

A Fortaleza de Hohensalzburg, sem dúvida, é a principal atração turística da cidade. O lugar é belíssimo para dentro e para fora. Queremos dizer que, além da fortaleza ter muitas atrações interessantes (exposições, acervos etc), a paisagem de lá absolutamente incrível. Do topo da Fortaleza ainda vemos parte da muralha que oferecia segurança aos moradores em tempos remotos.

 

Ao fundo a Fortaleza

 

 

Entrada da Fortaleza

 

A incrível vista da Fortaleza

 

A fortaleza, no topo da montanha de cerca de 250 metros de altura, começou a ser construida no século 11. Hoje, não resta dúvida, é o principal símbolo da cidade (apesar da dura concorrência com a casa de Mozart!). Na verdade, quando lá estivemos em dezembro de 2014, não sabiamos para onde olhar: se para as belezas do interior do castelo ou para a paisagem que se via à janela. Dura concorrência. Há, no pé da ladeira que dá acesso a fortaleza, um funicular. Nós, como somos ossos duro de roer, resolvemos subir a pé. A paisagem é interessante, mas talvez não compense o cansaço decorrente da ingrime ladeira. Optem por descer a pé e subir de funicular. A visita não será curta, pois há muitas atrações e exposições no interior do castelo.É possível encontrar, como parte do acervo museológico da fortaleza, instrumentos utiizados para tortura em período medieval, armas, utensílios de uso doméstico, maquetes que dão conta das diferentes fases de construção da fortaleza, entre outras coisas.A entrada não é gratuita, mas vale seu investimento. Ir a Salzburg e não visitar a fortaleza é como ir ao Rio de Janeiro e sequer ver o Cristo Redentor.

 

Caso tenha disposição, recomendamos que inicie a noite em um dos cafés situados no centro histórico. Até onde pudemos conhecer a cidade, não vimos um comércio muito expressivo em outros locais.

 

Mais sobre sua viagem:

 

Onde ficar? Acima fizemos menção ao providencial Motel One. Ele segue o padrão de redes como o Ibis. No entanto, a julgar pela nossa experiência na Áustria, parece-nos que é mais bacana e simpático que o concorrente Ibis. Seja como for, o que se pode esperar? Certamente um quarto limpo e digno. Há internet e TV e, o que é muito importante naquela região, um bom aquecimento no quarto. A equipe que nos atendeu foi simpática e solícita. Não temos queixas. Como outros desse segmento, o hotel se destaca mesmo é pelo bom preço. Caso viajante se dê ao trabalho de pesquisar a localização do hotel no Google Maps da pequena cidade de Salzburg poderá ter a falsa impressão de que o hotel é distante do centro da cidade. Na verdade, a cidade é minuscula.Ele se encontra bem próximo da estação central de Salzburg. Cerca de 10 ou 15 minutos de caminhada. Com relação ao centro, basta que o visitante, ao sair do hotel, siga à esquerda na magem do rio Salzach. Vale muito a pena ir devarzinho, ja curtindo as inesquecíveis paisagens que Salzburg nos proporciona. Por exemplo, ao sair do hotel, pela manhã, já avistamos o imenso maciço rochoso coberto de neve à nossa frente. Mantendo à caminhada em 20 minutos estará no centro histórico, nos arredores do Castelo de Salzburg.


 

Quando ir? Certamente Salzburg deve ser linda e bem visitada o ano inteiro. No inverno, aquela paisagem seca e que combina cinza e branco. Há beleza nisso? Muita, para quem aprecia o inverno europeu. Falando nele, obviamente, não é preciso dizer que o inverno é caprichado. Durante o verão, início do outono e final da primavera há que se imaginar dias claros, flores nas casas e nos lugares públicos da cidade. Certamente devem ser mais agradáveis as caminhadas.

 

Por fim, chamamos a atenção para um ponto importante em qualquer viagem: a saúde. Como é de conhecimento de todos, a posse de seguro saúde é quesito para ingresso na Comunidade Européia, mesmo como turista. Adicionalmente, é muito pertinente que o viajante tenha conhecimento básico acerca das características do sistema de saúde do pais para o qual se dirige. Maiores informações aqui!

 

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