Washington DC: Museu Memorial do Holocausto dos Estados Unidos

05/11/2016 16:01

 

O museu é interessantíssimo, mas, que fique claro, é um museu para fortes (ou para quem tem estomago). Confessamos que fomos ao museu com expectativas modestas. Não tinhamos lido nada de excepcional sobre ele (é bem verdade que não procuramos!). Simplesmente nos encaminhamos para lá. Há muitos anos atrás estivemos em Auschwitz, na Polônia (Ver: laura-no-mundo.webnode.com/products/auschwitz-polonia/). Visitamos também, mais recentemente, os belíssimos museus dedicados à Segunda Guerra Mundial em Londres (Ver: laura-no-mundo.webnode.com/news/londres-museu-imperial-da-guerra-/); em Manchester (Ver: laura-no-mundo.webnode.com/news/manchester-imperial-war-museum/) e em Viena, na Áustria (Ver: laura-no-mundo.webnode.com/news/viena-o-museu-de-historia-militar/).

 

 

Este é, portanto, um assunto que por diversas razões nos interessa. O Museu Memorial do Holocausto dos Estados Unidos não deixa nada, absolutamente nada a dever aos demais. Sua entrada parece pouco fascinante, mas o interior ....

 

 

Saguão central do Museu

 

 

Há procedimentos de segurança para ingresso no prédio. Passado esse "ritual", o caminho é absolutamente livre, sequer é cobrado ingresso. 

 

 

A roteiro do museu se inicia por esta porta que se pode ver acima. Ela imita o acesso à uma camara de gás, como aquelas que mataram milhares de judeus, ciganos, comunistas e outros grupos nos últimos anos da Segunda Guerra Mundial (1939-45). Como se pode ver, entramos em um compartimento repleto de pessoas. O clima de confinamento é proposital, é claro. E dai? Acontece que a salinha é, na verdade, um elevador. E dali descemos para o salão que permite o início da exposição.

 

 

O início parece especialmente desconfortável. Não à toa há saídas de emergência que, além de contemplar emergências coletivas (como incêndios), certamente dão conta de eventuais situações em que pessoas possam vir a passar mal durante a exposição.

 

 

A história se inicia lá do começo da Segunda Guerra. Aprendemos sobre os primeiros movimentos de Hitler e do fascismo na Europa. 

 

 

Sobre o uso do racismo como instrumento para classificar seres humanos e submeter os considerados "inferiores" às intervenções e vontade dos considerados "superiores"

 

 

Dali temos a primeira surpresa do Museu. Ele é um prédio que se permite circulação por intermédio de dutos envidraçados. É como se ao passarmos por aqueles dutos, avançassemos em mais um momento no tempo e na história do Holocausto.

 

 

Vários túneis de vidro!

 

 

Então chegamos aos guetos

 

 

"Voltamos" à Auschwitz

 

 

Um lugar, antes de tudo, de muitas dores e perdas

 

 

Depois de uma hora e meia chegamos ao ponto de chegada. Precisamos confessar: seria preciso, pelo menos, mais uma hora de visita para bem circular por todas as alas do museu.

 

 

Mais do que falar do passado, o que mais nos incomoda na visita ao Museu é visualizar que muitas das ideias que produziram o Holocausto continuam de pé, veem à boca dos incautos e ocupam os espaços públicos em diversos lugares do mundo, inclusive no Brasil. Um sinal de que estaremos, sempre, sujeitos à volta aos tempos obscuros.

 

 

Maiores informações:

 

website do museuwww.ushmm.org/

 

Roteiro para Washingtonlaura-no-mundo.webnode.com/products/washington-dc-em-dois-dias/

 

 

 

 


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