Viagem com carro alugado em Goiás

31/07/2015 09:52

 

Viajar com carro alugado tem altos e baixos. No geral, podemos dizer que o saldo é positivo. Em nosso caso foi, mas registramos também alguns problemas e é sobre eles que gostaríamos de tratar nessa matéria. Eles começaram a se sentir na hora em que fomos apanhar o carro há meses reservado. Tínhamos uma única exigência: que fosse um carro sedan, pois assim achamos que nossas bagagens e nós mesmos estaríamos melhores acomodados.

 

Depois de uma busca em que se considerou o melhor custo/benefício chegamos a locadora Karper. Chegamos no aeroporto JK, em Brasília, e lá procuramos por um guiché da empresa que inexistia. Ao entrar em contato por telefone, fomos informado que um carro nos apanharia no aeroporto. Assim aconteceu. Logo que o funcionário chegou imediatamente nos informou que o carro que tinhamos solicitado reserva inexistia. Visilvemente havia ocorrido o chamado overbooking. A solução foi a seguinte: a Karper nos encaminharia para uma outra empresa locadora de veículos e manteria o contrato estabelecido conosco. Os problemas, na verdade, começaram ai.

 

 

Quando chegamos lá o carro oferecido não batia com o que exigíamos. Era um Ford KA Hatch.

 

 

Batemos pé firme e exigimos um carro com as condições definidas em nosso contrato. Acontece que na tabela da nova empresa - de nome Movida - este veículo tinha uma classificação distinta da Karper. Significa dizer que o preço não era também o mesmo. Karper, então, se comprometeu em bancar a diferença e assim foi. Saimos com o Ford KA Sedan, conforme havíamos planejado.

 

 

Agora vamos para a parte boa: a liberdade de locomoção é fantástica, sobretudo em paisagens de tirar o fôlego. 

 

 

E tem o seguinte: no caso da Chapada dos Veadeiros, carro não é apenas algo que permite ver "paisagens incríveis". Sem ele você não terá acesso às atrações da região.

 

 

Não andamos pouco. Saímos de Brasília, seguimos para Alto Paraíso de Goiás, circulamos de carro pela região e entregamos o veículo em Goiânia. Rodamos alguma coisa como uns 800 Km em 4 dias. Quando chegamos em Goiânia nos apresentamos no horário e local marcado para a entrega do veículo. Começou a segunda fase de problemas. A Movida queria nos cobrar um preço diferente daquele estabelecido no contrato com a Karper. Batemos pé novamente e depois de cerca de uma hora de conversas pagamos uma taxa de 42 reais que seria ressarcida pela Karper.

 

Isso, obviamente, aborrece. Mas, no final das contas, concluimos que o saldo foi bastante positivo.