Washington DC: desvendando o seu intrigante metrô

23/08/2014 06:33

 

Metrô é um dos meios de transporte mais eficientes. Pra início de conversa ele é imune aos engarrafamentos. Há, nele, uma certa magia: descemos uma escada em um lugar; subimos em outra, e temos uma paisagem diferente diante dos olhos. E mais: tudo isso não costuma ser caro.

 

Como desvantatagem poderíamos citar o fato de, diante do seu sucesso, seus trens estão quase sempre muitíssimo cheios. Muitas vezes, a depender do horário de embarque, entrar em um dos seus vagões torna-se uma tarefa para atleta ou mágicos. Apesar do crescente desconforto, podemos dizer que sua pior desvantagem é mesmo o fato de, nele, quase sempre ignorarmos qualquer tipo de paisagem. Nesse sentido, por exemplo, andar de ônibus em Londres pode ter suas vantagens.

 

Seja como for, não resta dúvida de que estamos diante de um modal de transporte importantíssimo. Quer chegar em algum ponto da cidade e com segurança? Eis o metro. Em Washington a coisa não é diferente. 

 

 

Como se pode ver no mapa acima, o metro é bastante vascularizado na cidade. Com ele, inclusive, é possível ter acesso à vizinha Virginia, onde está instalado, por exemplo, uma das atrações locais: o cemitério de Arligton. Em Virginia também é possível encontrar oportunidades de estadia mais acessíveis (ver: laura-no-mundo.webnode.com/news/virginia-us-virginian-suites-arlington/)

 

Caso o visitante chegue na cidade pelo distante Dulles International Airport, eis o caminho das pedras para sair de lá com conforto e baixo custo: laura-no-mundo.webnode.com/news/washington-do-international-dulles-para-washington-dc/)

 

Mas nem tudo são flores. O sistema de metrô da cidade tem uma peculiaridade se comparado ao de outras cidades, como o de São Paulo, o do Rio de Janeiro, o de Paris ou o de Londres. As tarifas cobradas em Washington são dinâmicas: dependem do local e horário de embarque e desembarque.

 

Lembramos do dia em que embarcamos na estação Rosslyn em direção à estação seguinte, Foggy Bottom. Na entrada das estações encontramos umas máquinas que, à primeira hora, não são facilmente operáveis. Mas aprendemos. Há, também, uma tabela onde vimos que esse deslocamento custaria X. Inserimos o valor na máquina e o equipamento gerou um cartão. Embarcamos.

 

Ao desembarcar, foi preciso passar o cartão na roleta que, imediatamente, recusou nossa passagem. Pensei que fosse algum problema. Imediatamente veio um guarda que disse que eu teria que "completar" o valor. Ora, que coisa misteriosa, será que tinhamos olhado errado os valores das passagens?

 

Então o problema se repetiu mais duas vezes. Não era possível que fossemos tão incapazes na hora de examinar uma simples tabela de preços. 

 

 

Acontece que, a depender do percurso e do horário, o sistema automaticamente poderá mudar o valor da tarifa durante o seu trajeto. Sendo assim, na hora de desembarcar, não tenha dúvida de que será cobrada a diferença. Há, inclusive, uma máquina próxima às roletas de desembarque com essa finalidade.

 

Parece infernal, mas a solução para isso é a seguinte: carreguem o cartão com um valor, alguma coisa como 10 dolares, que permita cobranças "adicionais", e sem estresse. Quando passar o cartão na máquina para desembarque será informado o saldo de seu cartão. Desse modo poderá acompanhar e sempre calibrar o cartão de modo que não fique preso e tenha que recarregá-lo nos horários mais impróprios.

 

Sugestão de roteiro para Washington: laura-no-mundo.webnode.com/products/washington-dc-em-dois-dias/