Assistência à saúde fora do pais: dicas para os viajantes

03/12/2016 06:10

 

Saúde é coisa séria. Não só porque pode botar abaixo uma viagem há muito pensada, mas especialmente porque pode colocar em xeque a vida do viajante. Eis um assunto, portanto, que se deve dispensar especial atenção. Em geral, o viajante brasileiro, já apertado pelo câmbio desvantajoso, opta por não se preocupar demasiadamente com essa questão da saúde. Isso pode se refletir no exercício de poucas iniciativas que envolveriam cobertura assistencial, especialmente a não contratação de seguros saúde. Vale a pena? Vejamos as possibilidades.

 

A primeira viagem internacional de Laura: julho de 2011, com um ano e meio de idade. Teve febre? Claro!

 

Em primeiro lugar, você deve avaliar minimamente a natureza do sistema de saúde do pais para o qual se dirige. A despeito das variações, há 3 grandes modelos: o liberal, o de seguro saúde e o de seguridade social. O primeiro, por exemplo, é o chamado modelo norte-americano. É considerado um dos mais ineficientes do mundo em termos de cobertura e gastos em saúde. Isso quer dizer, em termos práticos, que o viajante brasileiro nos Estados Unidos deve levar muito à sério a possibilidade de contratar um seguro saúde para que, em caso de necessidade, possa ter cobertura mínima naquela pais. Caso contrário, tenha certeza que retornará ao Brasil com dívida insolúvel. Maiores detalhes sobre a organização dos diferentes sistemas de saúde acesse aqui

 

Em Paris, em 2013. Sem acidentes, exceto o pai com febre!

 

Maiores detalhes sobre o sistema norte-americano.

 

Em Nova Iorque, em outubro de 2016, com seguro-saúde, é claro!

 

Quem compra bilhetes aéreos (ou mesmo paga as taxas para embarque) com o cartão de crédito sabe que tem direito a um seguro viagem, que inclui despesas com saúde, certo? Ele vale à pena? Bem, nós tivemos oportunidade de usá-lo e encontramos dificuldades não superáveis (maiores detalhes). Para nossa sorte estávamos em um pais - a Inglaterra - que o sistema de saúde é do tipo seguridade social. Isso nos permitiu o acesso gratuito a um serviço de saúde de qualidade (clique aqui)

 

Acidente em Londres, janeiro de 2014

 

De todo modo enfrentamos alguns probleminhas. Saibam que viajar com gesso não é uma coisa de todo simples, inclusive as companhias aéreas costumam exigir documento médico para autorizar o embarque, saiba mais aqui.

 

 

Esse é a carne de porco do Oink, em Edimburgo (Escócia). Nós arriscamos, sem acidentes.

 

Se for viajar com criança, obviamente, já sabe que alguns cuidados adicionais são necessários. O que levar? Saiba mais

 

Criança tem febre durante a viagem? Sem desespero, saiba o que fazer

 

 

 


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