Alemanha: quais são os perrengues mais comuns?

03/01/2015 12:01

 

De cara devemos assumir que não é fácil atribuir um problema para quem visita cidades como Frankfurt ou Berlim. Há muitos anos atrás, em 1998, estivemos em uma região recém-saída da cortina de ferro (Saxônia), nossa impressão não foi das melhores (Ver: laura-no-mundo.webnode.com/news/neonazistas-na-saxonia-alemanha1/). Mais de uma década e meia depois, nos deparamos com um pais mais diversificado do ponto de vista cultural e demográfico. Um pais, podemos dizer, de múltiplas cores e, aparentemente, muito mais tolerante à diferença. 

 

Quem visita cidades como Frankfurt e, sobretudo, Berlim, como regra, não encontrará dificuldades. Se formos exigentes, poderíamos chamar a atenção para, pelo menos, duas coisas.

 

1) A primeira delas, é lógico, é a complicada língua. Andar no metrô, por exemplo, exige boa dose de atenção. Não contem que irão se lembrar do nome das estações, pois possivelmente não conseguirão. A dica, sem dúvida, é andar com o mapa do metrô. Ele é facilmente encontrado na internet. Nossa experiência é que, além do mapa, faça uma colinha com orientações escritas em um papel sobre estação de embarque, número da linha, direção de embarque e assim por diante. Podem ter certeza, pouparão tempo precioso no traslado pela cidade com uma medida como essa. Mesmo assim, caso se perca no percurso ou tenha alguma dúvida sobre o trajeto, fique tranquilo, certamente se deparará com um cidadão, falante de lingua inglesa, bem disposto em te ajudar. Nos deparamos com gente assim por algumas vezes.

 

 

2) Pessoalmente não achamos que a culinária alemã é igualável à portuguesa, espanhola ou francesa. Tudo é bastante pesado e, em ambito popular, predominam as salsichas e linguiças (Ver: laura-no-mundo.webnode.com/news/os-sabores-de-berlim/.) Quem gosta de cerveja, no entanto, jamais se arrependerá da viagem, mas no geral comer não é exatamente um ato de prazer, pelo menos por muito tempo.

 

Registro feito na feira de natal na Alexanderplatz, Berlim.

 

O nível de segurança é muito bom, fora o episódio ocorrido em 1998, em uma pequena cidade no interior do pais, em dezembro de 2014, como dissemos acima, nos deparamos com uma Alemanha aparentemente muito mais feliz, integra e segura. É claro que nosso ponto de vista, desta vez, é muito construido em função de nossas visitas à Berlim e Frankfurt, duas cidades bastante ricas e cosmopolitas. Resta saber se cidades de pequeno porte vivem situações semelhantes.