A melhor Casa dos Países das Olimpiadas?

13/08/2016 19:18

 

Desde que foi anunciado o projeto das Casas das Olimpiadas ficamos sob imensas expectativas. Com a lista em mãos (Ver: laura-no-mundo.webnode.com/news/o-mundo-na-cidade-do-rio-de-janeiro-as-casas-dos-paises-durante-as-olimpiadas/), fizemos nossas opções e partimos para os pedacinhos do mundo que cabem na cidade do Rio de Janeiro.

 

Casa da Colômbia, na Praça XV

 

Nossas primeira visitas foram à Casa do México, da Colômbia e da Austrália. Nossa avaliação não foi muitíssimo positiva (Maiores detalheslaura-no-mundo.webnode.com/news/casos-dos-paises-das-olimpiadas-nosso-balanco/). Reconhecemos que nossa amostra de Casas era relativamente limitada em relação ao volume de casas em exposição na cidade. No entanto, lendo outras opiniões de colegas internautas, logo vimos que outras Casas, por nós não visitadas, tinham também deixado muito à desejar. Além de conteúdo pouco atraente, todas chamavam a atenção para suas longas filas.

 

Acesso (tumultuado e demorado) à Casa da Austrália

 

Quando chegamos ao centro do Rio, neste sábado (13.08) lindo e ensolarado, logo notamos que as ruas estavam tomadas por gente. Não teríamos vida fácil com relação à segunda rodada de visitas às Casas. E assim foi. A fila de ingresso à Casa da Finlândia (na Casa França-Brasil) pareceu-nos impraticável. Rumamos, então, para a Casa de Portugal, mas sem muitas esperanças. A fila, sob sol já intenso, não convidava à espera. Desistimos novamente. 

 

 

Rumamos para a Casa do Brasil. Parecia redundante, tipo chover no molhado: visitar à casa do nosso pais, quando há inúmeras casas de países estrangeiros potencialmente repletas de novidades? Mas não se enganem. Ficamos, realmente, muito bem impressionados com a Casa do Brasil.

 

 

O espaço é bastante amplo, diverso, multicolorido, repleto de atrações. Como na Casa da Austrália, há um espaço para visitantes se divertirem com óculos de realidade virtual e curtir temas organizadores de nossa cultura, como música, arquitetura, gastronomia e outros. O filme, precisamos confessar, não impressionou, mas foi interessante. 

 

Pessoal curtindo sua tela solitária!

 

Espaço para conversas "literarárias"

 

 

O ponto alto da visita se deu o stand sobre café. Pudemos assistir à uma interessante palestra sobre essa planta e bebida nacionais. Aprendemos e, é claro, provamos algumas variedades de café. Uma experiência que dura alguma coisa como 30 minutos.

 

Está ai o menu!

 

Conversa regada com café

 

Ao sair do primeiro armazém (a exposição está instalada em dois deles), você se depara com a incrível imagem de um imenso e colorido navio. Continue.

 

 

Quando parecia que teríamos um pouco mais do mesmo, olha que o segundo armazém nos surpreende com um espaço menos formal e mais alegre.

 

Encontramo-nos com o nosso pais em cores, roupas e músicas. 

 

O espaço é bem transado e, obviamente, cheio de gente!

 

Sul, Sudeste, Centro-oeste, Norte e Nordeste, todos bem representados

 

Como espaço é bastante grande não se enganem com a fila. Não permanecemos na fila de entrada por mais de 20 minutos. 

 

Saiba mais:

 

Rio de Janeiro: o que fazer? laura-no-mundo.webnode.com/products/rio-de-janeiro-em-3-dias/